Acontece nas melhores famílias. Ao menos alguma vez, alguém fez lista de desejos, de acertos e de desafios. Esta época de fim de ano inspira novos ares. E olha, devo agradecer o sufoco e o fôlego que o ano que acaba trouxe. O desejo e o inesperado caminham juntos. Este ano, especificamente, me pregou algumas peças. Mas, nada que um levante ligeiro, uma sacudida e a volta por cima não resolvam. O contraponto vem com desafios, tecendo fios azuis e correndo com força de gente grande. Pois é... Gente grande! Dois mil e onze foi, definitivamente, um ano de fechar ciclos. Estudos, trabalhos, paixões e tudo que a vida nos reserva. Já disse por aqui que não há andamento que suporte muitas vírgulas. Às vezes, precisamos de um ponto final para iniciar outro parágrafo ou capítulo. Então, o ano foi de pontos finais e muitos parágrafos e capítulos inéditos.
E se é para desejar, peço logo novos capítulos com sorrisos, abraços e gestos puros e sinceros. Afinal, são momentos que nos fazem fortes, frágeis, ávidos e entusiastas de novos desafios, novos caminhos para novos passos. Ano novo rima com alegria, planos e análise do que já está feito. Portanto, desejo que todos revejam as listas de pedidos e analisem o que já fora feito. Ainda há tempo para planejar. Peço que não falte alegria e sobre esperança. Pode chegar, 2012. Não se acanhe. Ninguém aqui deseja tempos melhores. Mas, que as almas sejam, suficientemente, positivas para fazer valer a pena.

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