Eu vi um barco cruzando meu olhar.
E lá estava você.
Sublime.
Suprême. E sem pestanejar.
A cada sopro eu via seu sorriso brilhar.
E de quando em quando, eu voltei a suspirar.
De repente, fez-se necessário dizer o que há.
Num toque doce e meigo, começou a distanciar.
E com golpe de reflexo, começou a desabrochar.
O chiclete permanece a colar.
Cedo ou tarde, isso pode atropelar.
Para parar o galanteio, é preciso raciocinar.
Mas, olha! Que difícil é ver e não desejar!
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