A verdade é simples e direta. Um sopro de vaidade convincente. O que havia a ser dito... Foi. E na primeira parada, você saiu. Eu compreendo a necessidade de ir. Hoje, vejo que não tinha outro jeito. Onde há de vir, há de ir e voltar. Você me trouxe paz e levou consigo meu amor. Fique bem, com o melhor de mim.
Acredito no que deve ser. Se não foi, não era hora. E se tiver marcado, há de acontecer. Se não, a compreensão vai caber. Quando penso em calmaria, é de mim que falo. A tormenta acabou, o pranto cessou e o sol nasceu. Admiro cada gesto por diante. Os sorrisos, as palavras... Tudo consonante.
Minha matéria-prima é feita de amor. Não posso me livrar de algo que me compõe. Por enquanto, respiro a solidez de cada pensamento. Nenhum solto. Nenhum vão. Nenhum. Nem dois. A certeza da ação do tempo me faz querer continuar. Sigo os caminhos da onda. Que leva e traz, sem parar.
1 comentários:
Olha só a época em que você postou esse texto! Nem preciso reforçar né?
Hoje, 3 meses depois, eu o li e não senti dor, nem mágoa, nem nada que seja ruim. Senti paz. Senti quase tranquilidade. É tão bom ter alguém assim pertinho de mim que escreve tão reconfortantemente, que não é morta como Caio e Clarice, nem distante e intocável como Carpinejar.
Aliás, que não é nem clichê. É minha Gabriela. E de muita gente também. Mas minha. Obrigada sua lidna!
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