domingo, 29 de maio de 2011

.Maio.

E foi ouvindo músicas que embalaram seu descanso e seus sonhos, que sentou, à espera. De certezas que julgou relevantes. De incertezas que ajudaram a chegar até ali. De promessas que surgiram, equivocadamente. De suspiros que levitaram seu coração. De tudo isso e algo mais. E era aquele algo mais que não conseguia enxergar. Porque o algo? Pra quê mais? O que está dito, está! Há de ter calma. Ponderar. Mesmo que tudo continue cinza. Está monocromático sem você. Sem mim. Essa coisa de estar é que pesa no fim do arco íris. Ninguém quer estar contigo. Eu sempre quis ser. Junto. Melhor! E inversamente proporcional a tudo aquilo que nos fez feliz por muitos meses. Não sei se esperar é melhor, se é o mais justo. Mas quem sabe disso? Quem poderia determinar? É complicado teorizar os sentimentos, não é? Não. Você faz isso com a lógica que precisa. Precisa! Nada além de um desabafo para te tirar do coração, entrelaçar nas entrelinhas... Para te levar daqui, de mim e sem fim. A gente sempre espera um happy end. Aquela história de ser romântica. De cativar. De se entregar. E parece que as coisas não têm ponto final. Ou tem. Então tá. Parágrafo, letra maiúscula...

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